Artigo de Actualidade – #8. Benfica nada consegue diante dum Barcelona de topo


Foi mais um excepcional encontro a contar para a Liga dos Campeões. Benfica vs. FC Barcelona. Jorge Jesus contra Tito Vilanova. Lionel Messi contra Pablo Aimar. Ou seja, foi como se tratasse dum duelo de titãs. Foi o duelo do Grupo. O clube lisboeta sabia das dificuldades e Jorge Jesus já as tinha antecipado. Era um primeiro grande embate europeu sem as grandes estrelas: Javi Garcia e Axel Witsel. Tinham também Luisão, capitão da defesa e do clube, castigado. Era um jogo 80/90% difícil para o Benfica. Tudo dependia da táctica implementada por J.J.

Neste jogo, e mais uma vez, o Tiki-Taka implementado por Pep Guardiola à uns anos atrás, continuou “superior” e continuou a ser practicado sob o comando de Tito Vilanova, o então sucessor de Pep. O tradicional estilo de jogo, enfadonho e repetitivo, só obteve luta por parte do Benfica na primeira meia-hora de jogo. A partir daí só houve Barcelona e por suposto, Messi. Messi, Alexis Sanchéz e Cesc Fàbregas foram por parte, os homens do jogo. Como é hábito, e consequentemente ao estilo de jogo dos catalães, só dava Messi no jogo. Em cada jogada, em cada lance de golo, lá estava Messi. No inicio do embate, o Benfica ainda jogava sempre em linhas altas e coesas, com a habitual pressão forte, nos avançados. A partir daí é que conseguiu “cheirar” a baliza de Valdés, numa das poucas oportunidades. Mas a concentração e a luta nunca baixava de ritmo. Mas pouco resistiu. Mas, como tudo, o que é bonito acaba. Acabariam de sofrer aos 6 minutos, “pelas mãos” de Alexis Sanchéz, numa jogada e como habitual, entrou Lionel Messi. Os ‘culés’ entrariam assim em vantagem, num jogo até agora, bem jogado. Mas mesmo assim, o ‘Glorioso’ não desistia das pequenas hipóteses de jogar, e até criar perigo. Hipóteses de golo, essas, não faltariam no jogo, sendo 80% delas pertencentes ao Barcelona. Neste jogo, o técnico-táctico habitual e ofensivo de Jorge Jesus não resultaria. Foi completamente desmantelado. Até Messi voltaria outra vez a fazer estragos, ao assistir Fàbregas para o segundo golo. Nada nem ninguém poderia contrariar o caudal ofensivo total do Barcelona. Foram autênticos minutos dominados pelos ‘culés’. A partir daqui tudo mudaria. O resultado, o jogo, a fé e a esperança, a moral de todos e dos Benfiquistas mais ferrenhos, pensavam que tinham entrado, mas no inferno da Luz. O inferno que se virou contra o clube. O tiki-taka foi superior a tudo e todos, mais uma vez, imponente.

Havia o jogo já acabado praticamente para o Benfica, houve ainda tempo para uns incidentes no campo: Puyol lesiona-se, tendo uma luxação no ombro esquerdo depois de ter voltado de outra grave lesão, e ainda Busquets foi expulso, devido a disputa de bola contra Maxi Pereira e Matic.

Apesar da derrota, quero desejar as melhoras a Puyol. E encontramo-nos em Camp Nou!

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